Sobre mim
- Unknown
contribui para o desenvolvimento e empregabilidade de quem faz a nossa História: Você!
Supermercado Center box seleciona profissional para função de ARTE-FINALISTA.
O candidato deverá preencher os seguintes requisitos.
Conhecimentos:
- Sistema operacional MAC/OSX;
- Adobe Photoshop;
- Adobe Illustrator;
- Adobe InDesgn,
- Vontade de aprender
- Ser CRIATIVO E PROATIVO
- Capacidade de raciocínio rápido.
- Habilidade de comunicação e relacionamento interpessoal
IMPORTANTE!
Apresentação de portifolio será diferencial na seleção.
Candidatos interessados e no perfil enviar currículo para elaine.marinho@centerbox.com.br, com pretensão salarial, até o dia 08 de setembro.
Atenciosamente
Elaine Marinho
Psicóloga
"...Muitas vezes basta ser: colo que acolhe, braço que envolve, palavra que conforta, silencio que respeita, alegria que contagia, lágrima que corre, olhar que acaricia, desejo que sacia, amor que promove..."
Cora Coralina
- Registrar é bobagem, se alguém quiser copiar é só mudar uma letrinha e pronto!
Essa “lenda” é de uma ESTUPIDEZ tão grande que poderia ser parte de um quadro humorístico, talvez daí tivesse alguma graça… Então vamos esclarecer as coisas:
- Marca FORTE é aquela que, pela suas características fonéticas e/ou visuais é dotada de grande EXCLUSIVIDADE, tornando a concorrência parasitária praticamente impossível;
- Marca FRACA é aquela que, pelas mesmas características, permite concorrência parasitária.
Quer uma “tradução”? Vamos lá:
Coca-Cola é uma marca fraca.
Ficou surpreso? Então pense comigo:
- Quantos refrigeirantes existem só no Brasil com a expressão “cola”?
Fiz uma rápida pesquisa no INPI e apareceram 745 processos com a palavra “cola”, claro que muitos deles são da Coca-Cola, mas que tal uma McCola?
Sim, o McDonald´s tem um registro dessa marca, provavelmente uma garantia para o caso da Coca-Cola apertar o calo deles, daí colocam a McCola no mercado… Veja outras marcas que têm REGISTRO:
MAX-COLA Marca Registrada BEBIDAS MAX WILHELM LTDA
CITRUS-COLA Marca Registrada TASTY AROMAS E SABORES LTDA
MCCOLA Marca Registrada McDONALD’S INTERNATIONAL PROPERTY COMPANY, LTD.
TROPI COLA Marca Registrada CERVEJARIA MALTA LTDA
AFRI-COLA Marca Registrada ACB MARKEN GMBH
ITU-COLA Marca Registrada PRIMO SCHINCARIOL IND. DE CERVEJAS E REFRIGERANTES S/A
TRI-COLA Marca Registrada IRMAOS PARAZZI LIMITADA
ROYAL COLA Marca Registrada COTT BEVERAGES INC.
BRAHMA COLA Marca Registrada COMPANHIA CERVEJARIA BRAHMA
MATE COLA Marca Registrada INDUSTRIA E COMERCIO MATE COLA LTDA
Veja algumas marcas que foram extintas por falta de renovação (*):
FRUTICOLA Marca Arquivada Extinto
CAFE-COLA Marca Arquivada Extinto
RIO COLA Marca Arquivada Extinto
KEEP COLA Marca Arquivada Extinto
* Não estou garantindo que elas estão livres, teria que ser feito um outro tipo de pesquisa para se ter certeza da viabilidade, mas essas marcas já estiveram registradas, portanto, o INPI considerou que não conflitavam com a Coca-Cola.
E porque isso acontece????
Porque são nomes dados para refrigeirantes à base de cola, portanto, COLA é um ingrediente necessário e comum neste segmento, daí a marca fica enfraquecida.
Querem um exemplo bem fraquinho? Big Cola.
Big é grande, Cola é ingrediente, então que raio de exclusividade você queria que essa marca tivesse??? Nenhum, é óbvio.
Agora vamos falar de marcas FORTES.
Você consegue imaginar a possibilidade de concorrência parasitária (no mesmo segmento) com a marca Google? Yahoo? Twitter?
Agora vamos nos concentrar nas marcas mais populares dessa pequena lista:
Google – a força da marca Google é tanta que originou o verbo “googlar”…
- Fulano, pesquisa aí “tal coisa”!
- Já estou “googlando”!
E o Twitter? Você já fez algum tweet hoje? Re-tweet?
Quer um exemplo nacional? Um exemplo de marca com características VISUAIS que a tornam única? A marca criada pela Tatil para as Olimpíadas de 2016.
Marcas FORTES não permitem que você mude uma “letrinha” e tudo bem… só as marcas fracas permitem isso. Marcas fortes são forjadas em aço, como as melhores espadas.
São inconfundíveis e inimitáveis.
Marcas (muito) fracas podem ser copiadas integralmente, não precisa mudar nenhuma letrinha, mas se tentar algo assim com uma marca forte, prepare-se para chuvas e trovoadas, processos, indenização, etc.
Usem esses exemplos na hora de vender para seus clientes o trabalho de “naming” que é uma arte, uma mistura de ciencias ocultas, sorte, muito conhecimento técnico e vastos conhecimentos gerais (história, artes, cinema, etc.). É a arte de se criar uma marca (nome) e administrar isso.
Pequenas Empresas (PME´s) podem (e devem) ter marcas FORTES. A Força a que me refiro neste artigo não está relacionada com a capacidade financeira mas sim com a CRIATIVIDADE.
Agora eu vou tomar uma McCola, tchau!
História
A história do Dia de São Valentim remonta a um obscuro dia de jejum tido em homenagem aSão Valentim. A associação com o amor romântico chega depois do final da Idade Média, durante o qual o conceito de amor romântico foi formulado.
O bispo Valentim lutou contra as ordens do imperador Cláudio II, que havia proibido ocasamento durante as guerras acreditando que os solteiros eram melhores combatentes.
Além de continuar celebrando casamentos, ele se casou secretamente, apesar da proibição do imperador. A prática foi descoberta e Valentim foi preso e condenado à morte. Enquanto estava preso, muitos jovens davam flores e bilhetes dizendo que os jovens ainda acreditavam no amor. Enquanto aguardava na prisão o cumprimento da sua sentença, ele se apaixonou pela filha cega de um carcereiro e, milagrosamente, devolveu-lhe a visão. Antes de partir, Valentim escreveu uma mensagem de adeus para ela, na qual assinava como “Seu Namorado” ou “De seu Valentim”.
Considerado mártir pela Igreja Católica, a data de sua morte - 14 de fevereiro - também marca a véspera de lupercais, festas anuais celebradas na Roma antiga em honra de Juno(deusa da mulher e do matrimônio) e de Pan (deus da natureza). Um dos rituais desse festival era a passeata da fertilidade, em que os sacerdotes caminhavam pela cidade batendo em todas as mulheres com correias de couro de cabra para assegurar a fecundidade.
Outra versão diz que no século XVII, ingleses e franceses passaram a celebrar o Dia de São Valentim como a união do Dia dos Namorados. A data foi adotada um século depois nos Estados Unidos, tornando-se o Valentine's Day. E na Idade Média, dizia-se que o dia 14 de fevereiro era o primeiro dia de acasalamento dos pássaros. Por isso, os namorados da Idade Média usavam esta ocasião para deixar mensagens de amor na soleira da porta da amada.
O dia é hoje muito associado com a troca mútua de recados de amor em forma de objetos simbólicos. Símbolos modernos incluem a silhueta de um coração e a figura de um Cupido com asas. Iniciada no século XIX, a prática de recados manuscritos deu lugar à troca de cartões de felicitação produzidos em massa. Estima-se que, mundo afora, aproximadamente um bilhão de cartões com mensagens românticas são mandados a cada ano, tornando esse dia um dos mais lucrativos do ano. Também se estima que as mulheres comprem aproximadamente 85% de todos os presentes no Brasil.
O dia de São Valentim era até há algumas décadas uma festa comemorada principalmente em países anglo-saxões, mas ao longo do século XX o hábito estendeu-se a muitos outros países.
Data no Brasil
No Brasil, a data é comemorada no dia 12 de Junho por ser véspera do 13 de Junho, Dia de Santo Antônio, santo português com tradição de casamenteiro.
A data provavelmente surgiu no comércio paulista, quando o publicitário João Dória[5] trouxe a ideia do exterior e a apresentou aos comerciantes. A ideia se expandiu pelo Brasil, amparada pela correlação com o Dia de São Valentin -- que nos países do hemisfério norteocorre em 14 de fevereiro e é utilizada para incentivar a troca de presentes entre os apaixonados.
extraído de wikipedia

Nos últimos dias a capa da revista Veja São Paulo foi alvo de críticas e piadas. Não é para menos, sob o ponto de vista de um bom projeto gráfico é um esculacho. Mas lá no fundo, sinceramente, não me assusto com ela. Ela é o retrato da promiscuidade gráfica que vem avassalando nosso campo visual, é a proliferação da imagem mal projetada e neglicenciada de uma produção minimamente satisfatória. É a banalização comum nos dias de hoje, tão comum que ninguém percebe, e quem percebe fica quietinho. E somos bons nisso.
O mais preocupante para mim é que quando surge algo como esta capa as pessoas se sentem perdidas. Entre os relatos pude ouvir: “Mas gente, o que tem de errado? Me explica?” ou ainda: “Mas não seria intencional?”.
Isto demonstra como estamos perdendo a capacidade crítica sobre o que vemos. As pessoas já não sabem distinguir o que é bom e o que não é, muitas vezes simplesmente aceitam, consomem, não param um segundo sequer para dar atenção ao que têm em mãos. Os próprios profissionais se perdem no universo nebuloso das defesas conceituais. Tantos conceitos gráficos já foram usados de forma totalmente distorcida, que parece que mesmo as pessoas que vivem disso já não conseguem mais defender o que fazem. Já presenciei Designers, em diversas etapas de sua vida profissional, que não conseguem criar um bom argumento do que estão projetando e assim fazem da frase “é esta a intenção” uma desculpa para algo que é verdadeiramente ruim.
Precisamos nos lembrar que um trabalho feito com a intenção de remeter a uma cultura específica não significa um trabalho de má qualidade. Em um rápido passeio pelo centro de São Paulo podemos presenciar indícios extremamente ricos de uma produção cultural de massa, com belíssimas e inusitadas composições tipográficas encontradas em lambe-lambes e homens-placa.
A capa da Veja não é o problema, ela é o resultado. O resultado de profissionais que estão condicionados a entregar e não sendo críticos, chefes que apertam os prazos de produção e não se importam com qualidade, instituições de ensino que empurrar pessoas despreparadas no mercado e consumidores robotizados que não têm capacidade de separar o joio do trigo.
Estamos nos tornando analfabetos visuais, e isto não entra em nenhuma pesquisa.
extraido de:http://rodrigomorbey.posterous.com/o-grande-problema-nao-e-a-capa-da-veja-somos
A Panfleteria, empresa de compra coletiva, procura Redator e Diretor de Arte com experiência.
Interessados: enviar currículo e pretensão salarial para panfleteria@panfleteria.com.br"
A confecção de um logotipo ou de um símbolo visual capaz de representar a assinatura institucional da empresa deve ser estabelecido através de um documento técnico ao qual os designers nomearam de manual da identidade visual. Esse documento serve para estabelecer normas e critérios técnicos de reprodução da marca nos mais variados suportes existentes no atual estado da técnica como por exemplo: suportes gráficos (impressão) e suportes eletrônicos (interfaces)."
Web Design
O web design pode ser visto como uma extensão da prática do design, onde o foco do projeto é a criação de web sites e documentos disponíveis no ambiente da web.
O web design tende à multidisciplinaridade, uma vez que a construção de páginas web requer subsídios de diversas áreas técnicas, além do design propriamente dito. Áreas como a arquitetura da informação, programação, usabilidade, acessibilidade entre outros.
A preocupação fundamental do web designer é agregar os conceitos de usabilidade com o planejamento da interface, garantindo que o usuário final atinja seus objetivos de forma agradável e intuitiva.
Fonte:Wikipedia